Tipos de maconha: entenda a diferença entre eles

Provavelmente os mais interessados em assunto relacionados à erva já sabem que há diversos tipos de maconha diferentes. Para esclarecer nossa nomenclatura, vale deixar claro: ao considerarmos tipos de maconha diferentes, buscamos tratar das diferenças entre a Cannabis Sativa, a Indica e a Híbrida.

Há, também, uma classificação que pode ser confundida, que são as variedades de maconha. Cada produtor desenvolve diferentes variedades com nuances e características diferentes, que fazem parte das qualidades e da ciência genética que envolve este mercado.

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Os tipos de maconha, por outro lado, são considerados desde o século XVIII como plantas de subespécies diferentes entre si e apresentam características bastante distintas, que independem da marca que as cultiva.

Foto: Blog Meu Cardiologista/Reprodução

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A taxonomia da maconha

Os tipos de maconha distintos desde três séculos atrás por grupos taxonômicos são da Cannabis Indica e a Cannabis Sativa e a diferenciação apontava para visíveis incompatibilidades estruturais e de produção de resina entre os dois tipos.

A categoria Híbrida foi adotada posteriormente, à medida que os cultivadores da planta começaram a mexer na genética e fazer fusões entre variedades de diferentes regiões geográficas.

Acredita-se que o tipo Indica tenha sua origem em uma região perto do Afeganistão chamada “Hindu Kush”, onde a planta desenvolveu camadas resistentes de resina para sobreviver à condições climáticas bastante duras.

Já a do tipo Sativa se dá melhor em regiões temperadas, mais perto da linha equatorial, e está mais apta a sobreviver à condições de temperatura mais variáveis, mas menos extremas do que os locais onde a Indica sobrevive.

Atualmente, a diferenciação inclui todo um estudo científico sério e significativo, que trata da morfologia, dos efeitos, do tempo de florescimento, das origens geográficas e, até mesmo, do sabor dela.

Cannabis Sativa

A Cannabis Sativa (e suas variantes, que podem ser muitas) costuma ser mais alta e esguia e geralmente cresce melhor em ambientes externos, com certa variação climática. Por serem originárias de linhas mais equatoriais, ela tende a ser recomendada em região com latitude entre 0 e 30 graus no globo terrestre (tanto para o norte quanto para sul, obviamente).

Em seu uso medicinal, as variantes da sativa tendem a ser mais indicadas para pessoas que sofrem de depressão, déficit de atenção, fadiga e transtornos relacionados ao seu humor. Entre os tipos de maconha, ela é um pouco menos letárgica e torna a pessoa um pouco mais alegre e animada do que a Indica.

Cannabis Indica

A Cannabis indica tem a aparência física um pouco mais robusta – baixa e semelhante a um arbusto – e é especialmente adequada para ambientes internos, como estufas simples e jardins internos. São recomendadas para ambientes um pouco mais extremos do globo, como aqueles localizados entre os 30 e os 50 graus de latitude no globo terrestre.

Entre os tipos de maconha, é mais letárgico, auxiliando a relaxar a pessoa, como uma espécie de sedativo leve. Por isso, seu uso medicinal é mais recomendado para quem sofre de ansiedade, insônia e dores musculares intensas, assim como nâuseas e dores em geral pelo corpo. Ela tende a causar mais sono em seus usuários do que a Sativa.

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