Skunk: Saiba mais sobre a supermaconha

Embora muitas pessoas considerem o nome “skunk” um sinônimo para maconha, ou um subtipo da planta, isso não é correto. Em vários países, ainda, skunk é o termo genérico para designar tipos mais potentes de maconha.

Skunk supermaconha

Na prática, o skunk é uma linhagem bastante específica de maconha. É apenas uma vertente das centenas de subespécies consideradas de alto nível de THC (cerca de 10% ou mais).

Além da linhagem skunk, muitas pessoas consideram espécies como a super-skunk, a nothern light e a early girl como sinônimos. Na verdade, cada uma dessas possui características muito próprias, não devendo ser confundidas.

Alta concentração de THC

Embora haja mais de 40 componentes ativos na maconha, o THC é o principal deles. O skunk – e outras variedades da maconha – são subespécies ricas em THC, que geram efeitos mais potentes do que os tipos comuns.

As cannabis tradicionais variam entre 2% e 4% de concentração de THC em sua composição. Já as variedades mais potentes, como é o caso do skunk, pode variar entre dez e catorze – em alguns casos, ultrapassando 20%.

Em especial, este tipo da planta é razoavelmente fácil de ser cultivado, e adapta-se a uma série de técnicas. Isso fez com que muitas pessoas associassem o skunk à maconha plantada em casa, ao invés de a uma espécie.

A confusão se dá em função de outras variedades ricas em THC também serem facilmente cultivadas em casa. Além da facilidade, faz mais sentido que aqueles que cultivam seu próprio pé recorram a alguma variedade mais eficaz. Como o nome “skunk” já era conhecido há muito tempo, as pessoas associaram todos os tipos caseiros ao termo.

Origens do verdadeiro skunk

O skunk original era um híbrido – uma mistura entre os padrões de cannabis Sativa e Indica. A planta aproveitava componentes da Sativa, misturando com o crescimento rápido da Indica. Tradicionalmente, acreditava-se que os efeitos da Sativa no corpo eram mais divertidos e estimulantes, enquanto a Indica produzia o efeito de lentidão e sono.

A Indica, no entanto, eram mais fáceis de serem cultivadas domesticamente. Por isso, a criação do primeiro skunk tinha a intenção de cruzar os pontos fortes de cada uma das plantas. Acredita-se que este primeiro híbrido foi criado nos Estados Unidos. O próprio nome, skunk, que significa “gambá”, em inglês, teria sido dado em função do odor mais forte que o híbrido possuía.

Atualmente, a maior produção deste híbrido é feita na Europa – especialmente na Grã-Bretanha e nos Países Baixos. As duas regiões são responsáveis pelo que se considera a recuperação do híbrido original, buscando as características que estavam sendo perdidas com o tempo.

Por que o skunk tornou-se popular

A manipulação da cannabis e de outras plantas – sejam elas comestíveis ou não – é feita desde que a humanidade deixou de ser nômade. O objetivo sempre foi encontrar espécies que gerassem o melhor resultado possível para seus produtores.

Com a maconha não foi diferente. O skunk é resultado de uma longa seleção genética, com o objetivo de gerar uma planta de bom efeito e fácil manutenção. É exatamente por ter chegado a este resultado que ela popularizou-se bastante.

Com efeito poderoso e cheiro muito característico, é uma variedade bastante conhecida, com resultados seguros.

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